Chapa Aço Mola SAE 1070 Temperado 1,50 mm x 310 mm x 1000 mm
+20 anos de mercado
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Chapa de Aço SAE 1070 Temperado — Alta Resistência, Precisão e Desempenho
Atenção:
Se você busca aço mola em chapas de aço com resistência, flexibilidade e durabilidade excepcionais, encontrou a solução certa.
A Chapa de Aço SAE 1070 Temperado é ideal para quem precisa de um material técnico de alto desempenho, capaz de suportar dobras, impacto e tensão, sem perder suas propriedades estruturais.
Perfeita para quem trabalha com ferramentas de corte, molas, válvulas, espátulas ou calços de aço, essa chapa de aço temperado oferece precisão e confiabilidade em cada milímetro.
Interesse:
Produzida com aço carbono SAE 1070 temperado, essa chapa de aço fina combina alta dureza (44–48 HRC) com excelente tenacidade, garantindo longa vida útil e desempenho superior em aplicações industriais.
Características Técnicas:
- Material: Aço Mola Carbono SAE 1070 Temperado (Efeito Mola)
- Espessura: 1.50 mm (+/- 0,06)
- Largura: 310 mm (31 cm)
- Comprimento: 1000 mm (1 metro)
- Acabamento: Branco Polido
- Dureza: 44 a 48 HRC
- Resistência à Tração: 1400 a 1580 N/mm²
- Bordas: Cantos Vivos e Precisos
- Produto Magnético
Desejo:
A chapa de aço SAE 1070 se destaca por seus benefícios técnicos e versatilidade de uso:
- Alta Resistência Mecânica: ideal para ferramentas de impacto, lâminas e molas.
- Efeito Mola Verdadeiro: mantém elasticidade mesmo após deformações.
- Produto Magnético: compatível com aplicações que exigem magnetismo.
- Flexibilidade Controlada: permite dobras de até 90° sem trincar.
- Alta Percentagem de Carbono: garante dureza e durabilidade superiores.
- Acabamento Branco Polido: aparência limpa, técnica e profissional.
- Boa Tenacidade: suporta impactos e evita quebras durante o uso.
Aplicações mais comuns:
- Fabricação de molas, serras e espátulas de aço
- Produção de arruelas, calços e válvulas de compressor
- Componentes com efeito mola e resistência à tração
- Itens de cutelaria, ferramentas e lâminas de precisão
Embalagem e Envio:
- Produto enviado plano, não enrolamos.
Ação:
Garanta agora o Aço Mola SAE 1070 Temperado e eleve o desempenho do seu projeto!
✔️ Produto técnico e industrial de alta precisão
✔️ Entrega com nota fiscal e procedência garantida
O que significa SAE 1070?
É um aço-carbono não ligado, com cerca de 0,65% a 0,75% de carbono e 0,60% a 0,90% de manganês. O alto carbono é o que permite a têmpera e a dureza de mola. Não é inoxidável e não é aço-ferramenta.
O que quer dizer “branco polido”?
É o acabamento superficial brilhante, sem a camada de óxido azul típica do revenido ao ar. O polimento melhora o aspecto e reduz irregularidades superficiais, mas não protege contra ferrugem. A peça continua precisando de óleo, graxa, pintura ou outro revestimento se for ficar em ambiente úmido.
44 a 48 HRC é muito duro?
Sim, para chapa fina. Está na faixa de aço mola temperado: risca aço comum, segura fio de corte e resiste bem ao desgaste, mas é sensível a entalhe, canto vivo e superaquecimento local. Não confundir com aço recozido (mole, fácil de dobrar e furar) nem com aço totalmente endurecido acima de 55 HRC (muito frágil para dobra).
O produto é magnético?
Sim. É aço ferrítico/martensítico e atrai ímã com força. Isso ajuda a identificá-lo e a fixá-lo em mesa magnética. Não serve onde se exige material não magnético.
Aceita dobra de até 90°?
Sim, na condição temperada e revenida desta faixa de dureza, desde que a dobra seja única, com raio e não em canto vivo, e de preferência no sentido correto da laminação. Não é material para estampo profundo, nervuras fechadas ou várias dobras seguidas no mesmo ponto.
É preciso respeitar o sentido de laminação?
Sim. A fita tem um “sentido do grão”, o da laminação (o comprimento da bobina). A dobra deve ser feita de modo que a linha de dobra fique perpendicular a esse sentido: o grão atravessa a dobra, em vez de correr paralelo a ela. Dobrar no sentido errado, ou com raio pequeno demais, favorece trinca na face externa. Se a bobina não vier identificada, o sentido da laminação é o comprimento contínuo da fita.
Qual raio usar?
Como regra prática para leigo, o raio interno não deve ser menor que a espessura da fita, e em espessuras maiores ou em peças que vão trabalhar em fadiga convém usar 2 a 3 vezes a espessura. Canto vivo, marca de punção e dobra sobre rebarba são os principais motivos de quebra imediata ou precoce.
A peça volta um pouco depois de dobrar?
Sim. Há retorno elástico (springback). O ângulo de dobra na ferramenta precisa ser um pouco maior que o ângulo final desejado. Não tente “corrigir” aquecendo o local com maçarico: isso derruba a dureza.
O melhor para o leigo é tesoura de bancada (guilhotina) ou tesoura de alavanca para fitas finas, com lâmina afiada e folga correta, ou disco abrasivo fino de corte, com avanço leve. Serra de fita para metal também serve, com dente adequado e refrigeração. Evite disco grosso, esmeril agressivo e corte que deixe a borda azulada ou roxa: cor de revenido local significa que a dureza ali mudou e a borda ficou frágil.
Posso cortar com esmerilhadeira comum?
Só com disco de corte fino, em passes leves, sem forçar e sem deixar a borda esquentar até mudar de cor. Disco de desbaste não é ferramenta de corte desta fita. Use óculos, protetor facial e luva. A fita fina pode vibrar e “chicotear”.
Laser, jato d’água ou plasma servem?
Jato d’água é o que menos altera a dureza da borda. Laser é aceitável em espessura fina se o parâmetro não deixar zona muito afetada pelo calor; a borda deve ser conferida. Plasma em fita fina costuma superaquecer e empenar: não é recomendado para quem precisa manter 44 a 48 HRC até a borda.
A borda cortada pode ficar como saiu?
Não, se a peça for trabalhar flexionada, tensionada ou com furo perto da borda. Rebarba e microtrinca de corte são pontos de início de ruptura. Elimine a rebarba e arredonde levemente o canto vivo..
Com broca de aço rápido ao cobalto ou de metal duro, rotação baixa, avanço constante e refrigeração abundante com óleo de corte. Não use broca comum sem óleo e não insista quando a broca “cantar” ou a região azular. O óleo existe para não superaquecer o aço e alterar a dureza ao redor do furo. Furar a seco, ou com a broca cega, cria uma zona mole ou, ao contrário, uma zona frágil com microtrincas.
Preciso fazer algo depois do furo?
Sim. É preciso remover a rebarba e polir ou pelo menos arredondar as bordas do furo, dos dois lados. Canto vivo de furo é concentrador de tensão e vira ponto de estouro da peça, sobretudo se ela trabalhar como mola, lâmina ou suporte flexível. Um escareador leve ou uma lixa fina na borda, sem aquecer, já reduz muito esse risco.
Posso furar com punção?
Em espessura muito fina e com folga de matriz correta, sim, mas a borda puncionada também precisa ser rebarbada. Punção desalinhado ou folga errada deixa trinca invisível.
Por regra, não deve ser soldado. O alto carbono e a têmpera tornam a solda propensa a trinca na zona fundida e na zona afetada pelo calor, e o próprio calor derruba a dureza ao lado do cordão. Se a união for indispensável, o processo menos agressivo é TIG, com baixo aporte de calor, pré-aquecimento moderado, consumível compatível com aço-carbono e resfriamento lento. Mesmo assim a região soldada não mantém 44 a 48 HRC e passa a ser o ponto fraco. Brasagem (solda forte) com maçarico controlado às vezes é melhor que solda por fusão, desde que não se passe da temperatura que reve o aço.
Posso soldar com eletrodo comum ou MIG de oficina?
Não é recomendado. O risco é trinca imediata ou quebra em serviço no pé do cordão, além de empenamento da fita fina. Para emenda de comprimento em serra ou lâmina, o usual de mercado é equipamento e procedimento específicos, não solda caseira.
Sim. As bordas de fábrica e, principalmente, as bordas cortadas têm rebarba e fio de corte. O manuseio é sempre com luva anticorte (couro ou fibra), não com luva de pano. Óculos são obrigatórios no corte e na furação. A fita em rolo armazena energia: ao desenrolar, a ponta pode soltar e cortar ou chicotear. Prenda a ponta, desenrole aos poucos e não deixe o rolo livre sobre a bancada.
Ela quebra e solta pedaço?
Pode, se for dobrada no sentido errado, com raio pequeno, sobre entalhe, ou se trabalhar com furo ou corte sem acabamento. O estilhaço de aço temperado é cortante. Por isso o polimento da borda do furo e o arredondamento do corte não são estética: são prevenção de ruptura.
Posso esquentar a peça para moldar ou aliviar tensão?
Não acima de cerca de 200 °C. A cor de revenido (amarelo, azul, roxo) indica que a dureza local caiu. Maçarico, solda próxima e esmerilhamento forte alteram a estrutura justamente onde a peça mais precisa de resistência. Limpeza deve ser mecânica ou com solvente, não com chama.
Enferruja?
Sim. Branco polido não é proteção anticorrosiva. Depois do manuseio, limpe o suor da mão e aplique óleo fino. Em uso permanente ao tempo, preveja pintura, zincagem ou outro revestimento compatível, sem processo que aqueça a fita além do limite acima.
Para que serve, em linhas gerais?
Lâminas de raspagem, serras finas, molas planas, presilhas, arruelas de pressão, guias e peças que precisam de dureza pronta, com pouca conformação. Não substitui aço inox em alimento úmido sem revestimento, nem aço recozido quando a peça exige muita dobra.
Como guardar?
Seco, oleado, de preferência em rolo amarrado ou em tiras separadas, longe de umidade e de produtos ácidos. Não empilhe sobre a borda viva nem arraste uma fita sobre a outra: o risco é corte e também marca que depois vira trinca.
Como sei se a dureza se manteve depois do processo?
Visualmente, ausência de cor de revenido na borda e no furo já é um bom indício. Em peça crítica, um ensaio de dureza Rockwell na região trabalhada confirma se os 44 a 48 HRC foram preservados.
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